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Aventuras na Cidade Grande, Jornaleiros e Violência Verbal….

18 nov

"Darth odeia metrô cheio....."

Well…..Narrarei esta historinha como se tivesse ocorrido hoje, pois ontem estava com preguiça de escrever.

Hoje foi um dia um tanto peculiar. Estava eu na minha, cuidando de minha humilde vida; devia ser por volta de umas 10hs da manhã, quando derrepente toca o telefone, e ao longe escuto um grunhido, no momento pensei que era um javali engasgado com um amendoim, mas seria BEM improvável de acontecer, continuei ouvindo aquele som confuso, que ao mesmo tempo parecia chamar meu nome, e como podem perceber sou bem tapado, mas finalmente percebi que era meu progenitor ou “papai” me chamando, logo notei que alguém estaria querendo papear comigo.

Em seguida fui atender a misteriosa ligação matutina, para minha surpresa não havia ganho uma viajem ao Caribe nem um Macbook (se alguém quiser me dar um não negarei), na verdade era algo muito melhor, em meu dia de “folga” estava sendo “gentilmente” convidado a trabalhar!!! Não é uma coisa maravilhosa amiguinhos???? ¬¬”

Bem, como estava “falando” fui convidado a trabalhar, mas não trabalhar aqui como de costume, mas sim na cidade grande (OHHHHHHHHH!), recebi a missão de ir a um armazém averiguar alguns computadores. Como todos sabem (ou não), me perco com MUITA facilidade, e tenho o senso de direção de uma marmota alcoolizada, ou seja, andar sozinho não é pra mim.

Mesmo com minha restrição cerebral tive que encarar o desafio, peguei o endereço, o nome do cidadão que iria me atender, minhas tralhas e fui para minha aventura.

1h, um ônibus e 2 trens depois, estava eu no centro (da cidade), já havia dado uma olhada no lugar pelo “Google Maps”, mas chegando lá era um tanto diferente, chutei pra qual lado iria e segui, 4m (metros) depois parei em uma banca de jornais para pedir “informações” e saber onde infernos eu estava. Sem brincadeiras fiquei parado 5min em frente a jornaleiro e o “Filho de uma pura e boa mãe” me ignorou completamente, me toquei que estava sendo completamente ignorado e fui pela sorte; outra banca estava mais a frente e lá fui me á tentar de novo, por sorte dessa vez tive sucesso, apesar de notar um tanto de desprezo do jornaleiro por minha pessoa, percebi que jornaleiros são pessoas muito rabugentas e dignas de violência verbal (claro que não me refiro a todos os filhos das “mães”, símios, malditos, da África), continuei seguindo o caminho, olhando placas e ruas, e apreciando a bela arquitetura das construções; 10min depois cheguei ao local determinado.

Tendo chegado lá não havia ninguém, liguei para o cidadão que devia estar a minha espera, e próprio disse que já estava chegando, por volta de 30mins depois o já citado humano apareceu. Batemos um papinho (muito superficial por sinal) e o bendito ser resolveu me falar que o armazém estava fechado pois os donos haviam saído e nada podia fazer. Foi um momento digno de um “Fuuuuuuuuu” bem grande; ou seja, havia me despencando da filial do inferno (conhecida como Pavuna por alguns), lá para casa do “baralho” para absolutamente nada!!!!

Foi muito frustrante, mais frustrante do que quando descobri que coelhos não botavam ovos e muito menos de chocolate, hoje em dia acho um alivio, mas foi bem ruim na época.

Aparentemente não havia mais nada a fazer e retornei para casa, um fato interessante que aconteceu foi que, dentro do metro, já bem perto de casa consegui sentar (ui), e havia um senhor de idade avançada, ao meu lado, momentos depois percebi que estávamos sentados exatamente na mesma posição, acho que devido a nossas colunas fracas e absurdamente tortas, parece estranho (e muito), mas foi uma cena muito “bunitinha e cuticuti”, se pudesse o chamaria de vovô, provavelmente seria xingado e preso por perturbação da paz alheia, mas seria legal.

Chegando em casa, voltei para meu habitat, e fiquei até o anoitecer, por volta das 8hs escuto um som que poderia ser definido como “JESUS,MARIA E JOSÉ! ISSO QUE UM É SOM ALTO!”, quando olho através da janela vejo dois símios em uma motocicleta um deles portando uma arma de alto calibre, comigo pensei “Macacos não deveriam manusear armas…”. E isso ocorreu bem ao lado de “meu” edifício. Conclusão o mundo está mesmo perdido, qualquer “Motha Focka” hoje em dia pode manusear armas de fogo…..

 

Ps: Por isso não compro jornal….

Ps²: Já passou a páscoa?

Ps³: coisas…muitas coisas….

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